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terça-feira, 11 de agosto de 2009

Para Diego Souza, Palmeiras é o grande favorito ao título do Brasileirão

Meia acredita que, se o Verdão continuar atuando desta forma, é o mais forte candidato a ficar com o caneco

Diego Souza deixou a modéstia de lado nesta terça-feira. Na véspera da partida contra o Atlético-MG, adversário direto na briga pela liderança, o meio-campista ignorou o discurso habitual dos jogadores e apontou o Palmeiras como o grande favorito para conquistar o título do Campeonato Brasileiro.

- Por tudo que está mostrando, creio que o Palmeiras pode ser considerado o grande favorito. Se mantiver a cabeça que vem tendo, encarando todos os jogos como decisão, com humildade na marcação, acho que somos uma equipe bastante forte a ganhar o título – afirmou.

O armador, contudo, reconhece que a classificação ainda poderá ser bastante alterada pelo número de jogos restantes. Depois do Galo, o Verdão encerra o primeiro turno do Brasileirão diante do Botafogo, sábado, no Palestra Itália. O time lidera o torneio, com 35 pontos, três a mais que o Goiás.

- Tem muito campeonato pela frente. Acho que muita coisa ainda pode acontecer – acrescentou.

Apesar de o título de campeão do primeiro turno ser simbólico, Diego Souza revela que a “conquista” faria bem ao grupo, principalmente para iniciar bem a segunda metade do torneio nacional.

- Sendo campeão, a gente permanece em primeiro. É isso o que mais a gente quer – completou.

Fonte: Globo Esporte

domingo, 31 de maio de 2009

Sedes da COPA de 2014

As cidades que vão sediar a Copa do Mundo de 2014

Belo Horizonte
Brasília
Cuiaba
Coritiba
Fortaleza
Manaus
Natal
Porto Alegre
Recife
Rio de Janeiro
Salvador
São Paulo

domingo, 15 de fevereiro de 2009

Daequan Cook rouba a coroa de Kapono e conquista o torneio de três pontos

Concorrentes estavam com a mira torta na noite deste sábado
Após dois anos de reinado no concurso de arremessos de três pontos da NBA, Jason Kapono finalmente foi destronado. O novo dono da coroa é Daequan Cook, do Miami Heat, que caprichou na pontaria e venceu o torneio na noite deste sábado.

Na rodada final entre Cook, Kapono e Rashard Lewis, do Orlando Magic, o armador do Miami eliminou Kapono e ficou empatado com Lewis, graças aos acertos nos quatro últimos arremessos. Os dois líderes foram para um round extra.

Lewis fez feio no desempate, errando todas as bolas nas duas primeiras posições. Ele terminou a disputa com apenas sete pontos e facilitou a vida de Cook, que fez 19 e garantiu seu primeiro título.

Além de Cook, Lewis e Kapono, os outros cinco concorrentes estavam com a mão torta. Danny Granger e Roger Mason fizeram apenas 13 pontos, enquanto Mike Bibby converteu 14. Para se ter uma ideia, o recorde da competição é de 25 pontos, obtidos por Kapono no ano passado e por Craig Hodges, ex-jogador do Chicago Bulls.


Fonte: Globoesporte.com

quarta-feira, 5 de novembro de 2008

Lewis Hamilton cita Ayrton Senna em seu discurso da vitória na fábrica da McLaren

Campeão mundial diz que sempre sonhou estar na mesma posição do brasileiro, e garante que seu plano é encerrar a carreira na equipe

O inglês Lewis Hamilton, campeão mundial de Fórmula 1, foi recebido com uma grande festa no Centro de Tecnologia da McLaren em Woking, na Inglaterra, nesta quarta-feira. Aplaudido por cerca de 1.500 funcionários presentes ao evento, o piloto garantiu que não pretende mudar de equipe, fez juras de amor ao time que lhe ajudou a realizar o sonho do título mundial logo em seu segundo ano na categoria e revelou que uma de suas inspirações foi o brasileiro Ayrton Senna.

- Estou na equipe pela qual sonhei competir, e tenho o carro que sempre quis. Por que mudar? Não sei por quanto tempo permanecerei na Fórmula 1, mas pretendo construir toda a minha carreira na McLaren. Este é o meu plano. Tenho em mente a minha carreira dentro da equipe e os momentos marcantes. Adoro essa equipe, e não vou deixá-la. Lembro que, quando tinha 13 anos, fui à antiga sede da McLaren e visitei o museu, onde estão expostos os carros antigos. Lembro-me de tocar o carro que pertencia a Ayrton Senna e pensar em como seria guiá-lo e estar no seu lugar. O dia finalmente chegou, e estou muito feliz por isso - disse o piloto de 23 anos, segundo a BBC.

Antes do breve discurso, o piloto dirigiu o modelo MP4-23 em volta de um lago existente no terreno da empresa, estacionou e entrou pela entrada principal, sendo recebido com aplausos por parte de funcionários e repórteres que estavam presentes. Após posar para fotos em frente aos troféus conquistados pela equipe inglesa ao longo de 40 anos na categoria, Hamilton falou sobre como ainda não se deu conta da magnitude do seu feito.



Após receber um telegrama da Rainha Elizabeth, Hamilton foi perguntado sobre como via a eleição de Barack Obama como novo presidente dos EUA, e se haveria alguma semelhança entre ele e o político americano, dois negros que alcançaram lugares de destaque em suas respectivas áreas.

- Eu tentei acompanhar o andamento das apurações. Tenho muito respeito por ambos os candidatos (McCain e Obama), e fico feliz e orgulhoso em ver Obama vencedor. Como ele, no entanto, eu não me vejo como um modelo para uma geração, ou uma etnia específica. A mensagem que eu passo é que as portas estão abertas para todos. Qualquer um pode conseguir o que quer. Quero ser um exemplo positivo para todos. Nunca fui para a pista pensando que sou o único negro a guiar na Fórmula 1. Sempre fui bem tratado e respeitado, e estou muito orgulhoso do que conquistei.

Hamilton estava acompanhado da namorada, Nicole Scherzinger, vocalista do grupo Pussycat Dolls, que posou para fotos com funcionários da McLaren. O casal chegou à Inglaterra na terça-feira pela manhã, e passou o dia em casa, na cidade de Stevenage, no condado de Hertforshire, onde o piloto nasceu, descansando.

- A ficha ainda não caiu completamente. Ver que dei alegria a tantas pessoas é algo realmente espetacular, que chega a me deixar sem ar.




Fonte: Globo Esporte (Fórmula 1)

segunda-feira, 3 de novembro de 2008

Decepção? Não, Felipe Massa é o orgulho brasileiro.

Quando foi a última vez que vocês tiveram essa sensação na Fórmula 1? Alguém ainda lembra de 1991 e 1994 certo? Antes de Senna falecer em 94, ele conquistou em 91 o seu último título, completando três em sua carreira.

Pouco me importa se Felipe Massa apesar de ganhar em casa, parabéns para ele, ter perdido o Mundial. Lembrem dos momentos de alegria e esperança que ele conseguiu criar para nós, dos momentos que nunca mais haviamos sentido ao assistir o campeonato da Fórmula 1.

Sou um dos poucos que acho que assume: "Faz tempo que só vou na TV ver a última volta, para saber como os brasileiros se sairam nas provas." ou então "Assumo que perdi o prazer de assistir a Fórmula 1, ainda mais com aquela palhaçada da FERRARI com Rubinho na última volta."

Como brasileiro estou indignado com aquela última curva que fez Felipe perder o título, mas ao mesmo tempo, estou orgulhoso e até prometi voltar a assistir as corridas completas, após reviver um pouco da emoção que tive quando assistia Ayrton Senna correr quando era guri.

Infelizmente, deve ter rolado MUITO DINHEIRO por trás dessa corrida, mas isso é a vida. Que venha 2009 e que não só Felipe Massa mostre novamente seu potencial como também Rubinho e Nelsinho possam se destacar para elevar a fama e a glória do povo brasileiro, permitindo a todos nós, fãs do automobilismo, momentos de alegria.

Texto: Hallysson C. S. Fernandes

domingo, 2 de novembro de 2008

Artigo: Felipe Massa, o verdadeiro campeão em 2008

Alguns leitores me procuram para pedir conselhos, para pedir ajuda em trabalhos de conclusão de curso de graduação, em monografias, em analisar o que eu acho de determinado setor que pretende seguir carreira, entre outros pedidos com relação a mercado de trabalho, empreendedorismo, o qual eu faço com uma satisfação enorme.



Uma pergunta corriqueira é com relação em seguir a profissão de publicitário, ou de marketing e os benefícios da área de comunicação como um todo. Isso se deve pela minha formação que consta na página do blog - sobre o autor.

E a partir de hoje a minha orientação será bem simples: siga os passos de Felipe Massa. Seja você do marketing, da medicina, do agronegócio, da engenharia, ou um simples empregado, o que for - não importando se tem estudo ou não - se está bem empregado ou não.

Isso pouco importa, o que se deve levar em consideração é um fator primordial no mercado de trabalho: fazer a diferença. Ter atitude. Ter iniciativa. Provar que pode fazer. Provar que pode gerenciar.

Felipe Massa prometeu forte emoções na prova de hoje durante a semana. E cumpriu. E isso as empresas esperam de nós colaboradores.

O Felipe Massa é rápido, erra pouco e tem agilidade no que faz? O Felipe Massa tem um talento fantástico que poucos perceberam mesmo em seu ambiente de trabalho? Seja um Felipe Massa no seu dia-a-dia. Seja um Felipe Massa de agora em diante.

A construção de uma marca, de uma imagem favorável, um branding de sucesso, e isso para um produto, uma empresa, ou mesmo no plano pessoal ocorrem por premissas básicas que os “marketeiros” não devem “fabricar”. O “dedo”, a “magia” quem deve gerenciar e produzir é você mesmo, e seja no plano pessoal, ou no caso de empresas, que o produto tem que ser bom acima de qualquer campanha promocional ou embalagem bem elaborada.

Muitos anos atrás, eu assisti uma entrevista com um dirigente sueco falando da necessidade do país em ter ídolos, em ter campeões no tênis. Para que gerações, de novas “safras” de vencedores no esporte pudessem se perpetuar no país. E ele tem razão. Veja a lacuna deixada pelo tenista Guga e todo seu carisma e talento. Não soubemos capitalizar em prol do esporte, de um ocupante para sua vaga.

E neste domingo chuvoso de Finados, nós tivemos a prova cabal do quanto esta tarefa de construção de marca, de construção de imagem pode ser facilitada, e quanto e quando tais premissas podem ser divulgadas na plena razão de existir. Podem apostar, em breve vão surgir pesquisas de agências de publicidade enaltecendo as qualidades da marca “Felipe Massa”.

Muito mais que escutar a famosa música nos finais de corrida, em belas manhãs de domingo que foram eternizadas por Ayrton Senna, o que presenciamos hoje é a mais pura e desejada coroação de uma conquista, do respeito, e da admiração por um profissional em seu ambiente de trabalho, no seu mercado de atuação. A coroação de ter feito a diferença, de provar que o espaço conquistado é fruto de muito trabalho, talento, obstinação e persistência.

Para os estudiosos da comunicação, a construção de um mito midiático, e para uma nação, um ídolo. Pouco importa a denominação para um verdadeiro campeão.

Para quem acompanha o espetáculo do circo da Fórmula Um, a convicção de que a lacuna deixada por Ayrton Senna, enfim tem seu sucessor.

Felipe Massa perdeu o mundial? Pouco importa. A Ferrari fez lambança no decorrer do ano? Pouco importa agora, e que venha 2009. O mecânico que errou em Cingapura vai ser atormentado para ao resto da vida? Ótimo momento para aprender com os erros.

No mercado de trabalho é preciso trabalhar em equipe e aceitar os altos e baixos, em celebrar e digerir os erros e os acertos. É preciso errar menos e acertar mais. É preciso ser perseverante e cercar-se de pessoas talentosas. É preciso contratar, trabalhar ao lado de pessoas mais talentosas quer você se for possível. Isso é o mercado de trabalho, isso são algumas conseqüências de sua escolha. Pouco importa se é no milionário circo da Fórmula Um, ou na mercearia do “Seu Zé”.

E o Felipe Massa fez isso em apenas duas corridas, as duas últimas. O suficiente para criar a admiração, o afeto, e o carinho e o respeito que um profissional de sucesso precisa para sua carreira, para suas ambições futuras.

Vale lembrar as adversidades enfrentadas por Felipe Massa no decorrer deste ano. Era para ser a sua função de piloto coadjuvante, afinal a pintura de carro nº 1 era de seu parceiro. A fama e a qualidade de campeão mundial eram de seu parceiro. As atenções da empresa Ferrari eram para seu parceiro. Quem tinha que provar o contrário era Felipe Massa e não seu parceiro.

Eis que tudo mudou, mas os erros cometidos por sua equipe comprometeram a vitória no mundial, mas o desejo de ganhar, de superar os problemas, se agigantou no pequeno corredor. Por trás do rosto de um jovem, a vontade de vencer e superar obstáculos exerceu em Felipe Massa aquilo que toda empresa sonha com seus colaboradores.

Puxa vida se eu tivesse meia dúzia de “Massas” em minha empresa. Puxa vida se tivéssemos meia dúzia de “Massas” na gestão pública deste país diriam os mais exaltados contribuintes.

Ao sair do carro, após a vitória em Interlagos, e ver o seu choro, e punhos cerrados “batendo no coração”, e a saudação, a reverência como no hábito dos japoneses aos milhares de espectadores no autódromo – sim - a comprovação que a vaga deixada pelo saudoso Ayrton Senna agora tem dono.

Palmas para Felipe Massa. Parabéns campeão! O orgulho de uma nação, de ser um brasileiro vitorioso se deu hoje e sempre. Não foi desta vez? Não foi em 2008? Pouco importa se foi por apenas 500 metros. Pouco importa se foi por apenas um ponto de diferença.

FONTE: Estratégia Empresarial

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